Última noite da Festa "Nos Passos do Jubileu!"
Na 9ª e última Noite da Festa do Senhor dos Passos, com o tema “MARIA, UM DOM SUBLIME DE DEUS”, foi homenageada Senhora Sant’Ana, Excelsa Padroeira da Arquidiocese, tendo como patrocinadores a Comunidade Nossa Senhora da Piedade, Legião de Maria e Apostolado da Oração. Mons. Luiz Rodrigues iniciou a celebração saudando os sacerdotes Pe. Arivaldo Aragão e Pe. Paulo Tarso, vigário da Paróquia da Catedral de Sant’Ana e pregador da noite. Saudou também o Diácono João Carlos, os Seminaristas Lucivan e Leomário, a Equipe de Canto da Paróquia Cristo Redentor do bairro Jomafa, que animou a noite com belos cantos litúrgicos. Lembrou ainda todos os pregadores das noites anteriores, bem como dos homenageados, dando ênfase ao segmento da Educação.
Pe. Paulo Tarso iniciou a pregação convidando a assembléia a rezar a “Ave Maria”, depois saudou todos os presentes, destacando os enfermos e idosos que acompanhavam a celebração através da rádio. Com sua frase inicial “Queremos nesta noite caminhar com Maria nos passos de Cristo”, Pe. Paulo proclamou: “Ave cheia de graça!” e indagou: Por que razão Maria é cheia da Graça de Deus? Por que a presença de Maria enche o outro de Deus? E dizia: Porque ela esvaziou-se de si mesma para se deixar encher de Deus. E ressaltou que o SIM de Maria, no primeiro momento, a acompanhou até o último momento, porque ela viveu inteiramente para Deus.
Refletiu os “passos de Maria”; ela, que fez dos seus passos, os passos do seu Filho e certamente acompanha os nossos passos, porque somos também seus filhos. Descreveu com ricos detalhes o encontro de Maria com Izabel, momento que gerou o Magnificat, lembrando que Maria é exemplo de serviço e de acolhida para nós. E pergunta: - quais os passos que somos chamados a dar pela humanidade? Lembrando os desamparados da Somália, os desamparados da nossa cidade, os jovens e crianças excluídos da sociedade. Descreveu os vários momentos de Maria: a hora do nascimento de Jesus, quando não encontrou hospedagem, a apresentação do seu filho a Deus, numa atitude de obediência e de entrega, o primeiro milagre nas Bodas de Caná, e, finalmente no caminho do Calvário, com o seu coração sangrando, igualmente ao rosto do Senhor dos Passos. Aconselhou que, quando o sofrimento chegar à nossa casa, recorramos à Maria, para que ela interceda por um novo milagre, como o fez em Caná da Galiléia. Em sua caminhada, em nenhum momento Maria se lamentou ou se entristeceu, fez isto para nos dar testemunho de humildade e fé. No momento da crucifixão, Jesus a entregou ao discípulo João que, na condição de seu filho, passou a representar toda a humanidade. Maria foi aquela que se doou silenciosamente ao seu Filho, porque tinha certeza da Sua ressurreição. Por isto ela é o grande Dom de Deus, ela é “um sublime dom de Deus. E encerrou, com a oração: Oh! Maria concebida sem pecado!




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